3 de fevereiro 2016

Quem é que está a utilizar a jovem jornalista Carolina Resende Matos para fazer na TVI as reportagens sobre Celé e sobre o agente Ireneu, pelo qual os moradores do bairro da Cova da Moura, em conjunto com a PSP, fizeram uma Marcha da Paz, facto que não foi referido na respetiva reportagem?
A reportagem sobre Celé, transmitida dias antes do espetáculo do artista residente em Lisboa, Faustin Linyekula atuar no polidesportivo da Cova da Moura, refere-se a factos de 2002. A reportagem do agente Irineu refere-se a factos de 2005.
Quem tem necessidade de emitir agora estas reportagens?
Porque é que a jornalista, ou os colegas, não fizeram uma reportagem sobre a homenagem prestada a Walter Bless – o agricultor suíço de 87 anos, pensionista, que ao longo de 12 anos consecutivos trabalhou durante 1 mês no Moinho da Juventude lado a lado com os jovens na construção do CATL e do Estúdio, dando à noite a sua voltinha no bairro, confraternizando com os adultos e jovens – e ao açoriano Eduardo Pontes? No dia 20 de janeiro as crianças e jovens do bairro construíram em sua memória um cantinho de leitura.
Será que a leitura não é importante? Será que as crianças não são o futuro?

30 de janeiro de 2016

A Câmara Municipal da Amadora recusou ao Teatro Maria Matos a utilização das instalações da Escola Básica da Cova da Moura, para que Faustin Linyekula iniciasse a sua residência artística em Lisboa com uma actuação no nosso bairro.
Como recusar o acesso a um edifício público, localizado no coração do bairro, construído e mantido com dinheiro dos contribuintes? Trata-se, além do mais, de uma escola onde, numa Festa do Kola San Jon, os alunos festejaram a possibilidade de ali ver acolhidos e valorizados os saberes dos seus pais.
A apresentação do solo ‘Le Cargo’ na Cova da Moura teve lugar no dia 24 de janeiro de 2016 pelas 16 horas, nas instalações do polidesportivo.

12 de janeiro de 2016

Benvinda, batucadeira do Finka Pé, tem feito um trabalho exemplar no nosso bairro.
Quem é que nunca viu a “Totta” a varrer a Rua Principal, a tirar os lixos da rua, a tratar das hortas? Com certeza, só uma pessoa que nunca entrou no nosso bairro. Para quando a Junta de Freguesia condecora esta senhora pelo trabalho voluntário que faz nos espaços públicos?